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Uma parte da grande imprensa já dá como líquida e certa a vitória de Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais. O tom das falas, e dos textos, de alguns desses veículos, que já trata Jair Bolsonaro como presidente eleito, reflete não necessariamente um clima de já ganhou da parte da campanha do capitão: reflete, isso sim, a percepção do já perdeu em relação à candidatura do poste nacional do presidiário petista.

O comportamento dos grandes institutos de pesquisa, que têm apresentado uma média de vinte pontos percentuais de vantagem para Jair Bolsonaro, sinaliza que esse segmento já rendeu-se ao fato inegável de que a maioria esmagadora dos brasileiros quer Jair Bolsonaro na presidência. Não estamos observando, até o momento, tentativas desses institutos de apresentar cenários artificiais de empate técnico que pudessem vir a respaldar uma fraude generalizada.

A revelação das fraudes ocorridas no primeiro turno e a percepção generalizada de favoritismo inquestionável de Jair Bolsonaro, criaram um ambiente distinto daquele das eleição presidencial anterior. Esse ambiente, associado a outros elementos de relações de força e poder político esse ano, irão dificultar enormemente ou mesmo impossibilitar que alguma fraude impeça a vitória de Jair Bolsonaro.
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