Habemus Governador - Jornal Brasil 316

Habemus Governador

segunda-feira, 7 de maio de 2018



Por: João Melo e Sousa Bentiví (joaobentivi.com.br

Nunca houve dúvidas sobre a candidatura do senador Roberto Rocha, ao governo do Maranhão, mas faltava algo: a largada. Houve e foi espetacular.
O presidenciável Geraldo Alckmin passou dois dias memoráveis em nossas plagas. Falou com alunos e professores na Universidade CEUMA, com empresários na FIEMA e com o povo, no Multicenter SEBRAE. Caso houvesse alguma dúvida, não mais há.
A biografia do doutor Alckmin fala por si e vale por muitos discursos. Caso houvesse sobra de  neurônios e bom senso, nessas plagas brasileiras, nem haveria segundo turno. Creio que haverá segundo turno.



O doutor Geraldo Alckmin mostrou um discurso, sério, entendível e propositivo. Não há dúvida que será ouvido e será o protagonista do segundo turno. A dúvida é sobre qual extrema será adversária. Esquerda ou direita? Tanto faz, pois se equivalem.
O senador Roberto Rocha merece uma análise maior. Teve dificuldades na consolidação do partido, pois o governo do Maranhão estava satisfeito com um PSDB satélite, dirigido por bedéis insignificantes. A posição decidida de Sebastião Madeira, Roberto Rocha, auxiliados com a experiência de Clodomir Paz foram definidoras e consolidaram-se com Zé Reinaldo, Alexandre Almeida e Waldir Maranhão. Adversários não mais dormem tranquilos.
O doutor Geraldo Alckmin voltou satisfeito com o que viu, ouviu e sentiu no Maranhão. Roberto Rocha consolida-se e é um nome decididamente viável para o segundo turno. Outras candidaturas estão em gestação e, decerto, virão. O governo, que há dois anos  não vislumbrava nem sinal de adversários, convive, agora, com a incerteza da vitória.



A disputa será acirrada e, em um lugar, será violenta: nas tais redes sociais. Todo cuidado é pouco. Essa esquerda que administrativamente nunca deixa saudades, na mentira e destruição de reputações é inigualável. Tem uma blogosfera, por alguns denominada de esgotosfera, afiada e incansável. Isso é o chamado “milagre das migalhas do governo”.
Do nosso lado, nenhuma inocência. Sabemos o tamanho da caminhada, o grau das dificuldades e a possibilidade da vitória.
Tudo resolvido? Não. Falta uma pequenito detalhe: quem será o nosso vice-governador? Sem pressa. Está a caminho e vai melhorar o nosso plantel.




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