terça-feira, 3 de abril de 2018

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Favorável à prisão de condenados após julgamento em segunda instância, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reforçou nesta terça-feira, 3, véspera do julgamento do ex-presidente Lula, seu discurso a favor da tese ao dizer que “uma Justiça que tarda é uma Justiça que falha”, em sessão do Conselho Superior do Ministério Público.



No início do mês, Dodge já enviara parecer ao Supremo em que dizia que a exigência do trânsito em julgado “favorece a impunidade e põe em descrédito a justiça brasileira, por perda de confiança da população em um sistema em que, por uma combinação de normas e fatores jurídicos, a lei deixa de valer para todos.”




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